A realidade dos deepfakes

Por Ira Bondar-Mucci, Líder da Plataforma de Fraudes, Veriff

À medida que a inteligência artificial continua a evoluir, a proliferação de imagens deepfake apresenta um desafio cada vez mais complexo para a confiança digital e a verificação de identidade. Para melhor compreender como o público está lidando com essa nova realidade, a Veriff estabeleceu uma parceria com a Kantar para conduzir uma pesquisa em larga escala em fevereiro de 2026.


Este relatório se foca no mercado brasileiro, avaliando a capacidade dos entrevistados de detectar visuais gerados por IA, sua confiança autorrelatada e suas preocupações gerais, comparando esses resultados com os dos Estados Unidos e do Reino Unido. Ao analisar como os consumidores interagem e percebem o conteúdo manipulado por IA, o objetivo foi descobrir as vulnerabilidades humanas e as lacunas tecnológicas que as organizações devem enfrentar.

A maioria das pessoas está ciente dos deepfakes, mas a capacidade de distinguir deepfakes da realidade é quase como acertar o resultado do cara ou coroa.

A Veriff iniciou esta pesquisa porque queria levar a conversa sobre deepfakes para além da discussão, e em direção à evidência. Todos na indústria de identidade falam sobre a ameaça dos meios sintéticos, mas poucos fizeram a pergunta mais fundamental: as pessoas são realmnte capazes de distinguir o que é real do que é falso? Os resultados gerais sugerem que a maioria das pessoas está ciente dos deepfakes, mas a capacidade de distinguir deepfakes da realidade é quase como acertar o resultado do cara ou coroa.


Para o Brasil, um mercado onde fraude digital e engenharia social são ameaças constantes, isso tem implicações profundas. Se os indivíduos não conseguem distinguir uma identidade autêntica de uma fabricada, as interações digitais baseadas na confiança visual são comprometidas. Isso não é um risco futuro. É uma realidade presente. Como resultado, as empresas não podem mais tratar a verificação de identidade como um requisito rotineiro de compliance. Deve ser entendida como um componente crítico da infraestrutura digital.

Deepfakes Quiz

Motion blur shot of a person cycling, wearing a jacket and backpack, against a streaky background.

Principais resultados

O déficit na detecção

1

Os brasileiros são altamente expostos a deepfakes, mas moderadamente familiarizados com o termo

O Brasil apresenta um cenário único de alta exposição combinada com compreensão conceitual moderada. Uma esmagadora maioria de 80% dos entrevistados brasileiros afirma ter encontrado deepfakes online, uma exposição muito superior à dos usuários dos EUA e do Reino Unido, onde apenas cerca de 60% relataram tais encontros.

Contudo, apesar dessa alta taxa de contato, apenas 67% dos adultos no Brasil estão familiarizados com o próprio termo "deepfake". Isso posiciona o Brasil bem no meio de outros países: acima dos EUA (63%), mas atrás do Reino Unido (74%).

Você está familiarizado com o termo ‘deepfake’?

67%

Brasil

74%

Reino Unido

63%

EUA

24%

Brasil

16%

Reino Unido

25%

EUA

10%

Brasil

10%

Reino Unido

12%

EUA

Sim

Não

Não tenho certeza

Há uma dinâmica única em jogo: o Brasil é um mercado onde a fraude digital e a engenharia social são parte persistente da vida diária.

E impressionantes 80% da população já encontraram deepfakes online. Ainda assim, a familiaridade conceitual com o termo é moderada, situando-se em 67%. O problema é que alta exposição sem compreensão não reduz o risco. Pelo contrário: amplifica. Se você encontra mídia manipulada constantemente, mas não tem uma boa compreensão quanto à tecnologia por trás dela, significa que ainda está muito vulnerável.

Esta pesquisa mostra que, à medida que o conteúdo gerado por IA se torna indistinguível da realidade — ponto em que já nos encontramos —, então o simples olho humano já não é mais uma defesa confiável.

A conscientização continua sendo um passo crítico inicial.

Mas empresas que operam no Brasil precisam urgentemente fechar essa lacuna, ao mesmo tempo em que investem em tecnologias automatizadas de verificação para detectar aquilo que os seres humanos simplesmente não conseguem.

Ira Bondar-Mucci

2

A precisão da detecção é pouco mais que um jogo de azar, sendo os vídeos as mídias mais difíceis de se identificar

Quando os entrevistados foram testados em sua capacidade de distinguir entre visuais reais e gerados por IA, o desempenho foi extremamente baixo em todos os mercados.


Os entrevistados brasileiros obtiveram uma média de detecção de 0,08, que levemente supera os EUA e o Reino Unido (ambos em 0,07). No entanto, uma pontuação de 0,08 indica que o desempenho dos participantes foi apenas uma fração melhor do que ma suposição aleatória.

Do ponto de vista demográfico, os entrevistados mais velhos demonstraram geralmente a menor precisão. Embora possuir educação superior costume estar correlacionado com precisão um pouco maior, o Brasil é uma exceção peculiar: a educação superior não melhora a precisão do grupo mais jovem no Brasil.

Ao analisar formatos específicos de mídia, vídeos falsos eram frequentemente percebidos como autênticos, enquanto vídeos genuínos eram frequentemente mal identificados como falsos. Mesmo quando vídeos reais e falsos eram apresentados lado a lado, a maioria dos entrevistados identificou incorretamente o par feminino, enquanto os julgamentos sobre o par masculino ficaram quase igualmente divididos.

Conteúdo baseado em imagens mostrou padrões semelhantes. Imagens totalmente geradas por IA de mulheres e visuais complexos de “troca de rosto” foram especialmente enganosas, enquanto os resultados variaram mais para sujeitos masculinos.

No geral, os resultados indicam que a inspeção visual, por si só, não é mais um método confiável para verificar autenticidade.

A distribuição dos resultados dos entrevistados brasileiros destaca ainda mais esse desafio:

14%

21%

11%

34%

20%

Obtiveram as pontuações mais baixas

Tiveram um desempenho abaixo do acaso

Tiveram um desempenho no nível do acaso

Teve um desempenho ligeiramente melhor do que o aleatório

Ele obteve as notas mais altas

A Escala de Pontuação (-1 a 1)

Os pesquisadores calcularam uma pontuação de precisão para cada participante na escala de -1 (completamente impreciso, errando todos) a 1 (perfeita precisão: identificando corretamente todos os visuais reais e falsos).

A Linha de Base "Cara ou Coroa" (em torno de 0)

Uma pontuação próxima a 0 (especificamente entre -0,05 e 0,05) é definida pelos pesquisadores como "nível do acaso". Isso significa que o participante teve desempenho aproximado ao de um chute aleatório ou a uma "cara ou coroa".

Conclusão

Embora os resultados tecnicamente tenham superado o acaso, as pontuações foram tão próximas de zero que a pessoa comum está essencialmente apenas chutando. De uma pontuação perfeita de 1,0, a pontuação de 0,08 mostra que o público geral está praticamente desprotegido pelo próprio olhar.

Metodologia de pontuação e linhas de base

Expanda para mais informações

3

Uma lacuna entre confiança e habilidade real

Cerca de metade dos usuários no Brasil (e nos EUA) confiam em sua capacidade de identificar deepfakes, o que é notavelmente maior do que a taxa de confiança de 44% observada no Reino Unido.

No entanto, o Brasil abriga uma vulnerabilidade especificamente perigosa. Nos EUA e no Reino Unido, maior confiança geralmente se correlaciona com maior precisão. No Brasil, não é assim: maior confiança na própria capacidade de detectar deepfakes não vem acompanhada de maior precisão.

Além disso, nos mercados pesquisados, aproximadamente 7% dos usuários são classificados como "alto risco". Esses indivíduos:

  • Demonstram baixa precisão na detecção (pontuando abaixo do nível do acaso)
  • Expressam alta confiança em suas habilidades
  • Raramente ou nunca verificam conteúdos suspeitos

O segmento de alto risco costuma ser menos comum entre o grupo de idade mais avançada no Brasil e no Reino Unido. Os EUA são uma exceção, ou seja, estadunidenses mais velhos têm igual probabilidade de entrar nessa categoria. Os entrevistados com educação superior têm menor probabilidade de pertencer à categoria "alto risco", qual seja: a de usuários excessivamente confiantes, mas imprecisos.

Aproximadamente 7% dos usuários são classificados como "alto risco".

Nossa pesquisa revela o que pode ser a dinâmica mais perigosa na era dos deepfakes: uma lacuna única entre confiança e competência.

"Cerca de metade dos entrevistados brasileiros acredita ser capaz de identificar mídia manipulada de forma confiável, mas a sua precisão real conta uma história muito diferente e alarmante neste mercado: a de que maior confiança não se traduz em maior precisão. Isso cria uma falsa sensação de segurança que os fraudadores estão prontos para explorar. Quando as pessoas acreditam que não podem ser enganadas, elas param de procurar os sinais.


O mais preocupante é que cerca de 7% dos usuários pertencem ao que classificamos como segmento de "alto risco": pessoas com desempenho de detecção baixo, mas muito confiantes de que reconheceriam falsificações e que raramente verificam conteúdos suspeitos.


Para as empresas, a implicação é clara: qualquer organização que ainda dependa da autoavaliação dos clientes herda diretamente essa vulnerabilidade."

O julgamento humano está se tornando uma proteção cada vez menos confiável, e a verificação precisa ser incorporada aos sistemas por padrão.

No matter the type of fraud that’s deployed, the damage to revenue and reputation can be severe.

Ira Bondar-Mucci

Deepfakes estão evoluindo. O KYC da sua empresa está preparado?

A woman looks right, while 'KYC Buyer's Guide' and 'Report' text are displayed on the left.
Overhead view of a person walking away on a dark urban walkway, framed by architectural stairs and railings.

Principais resultados

Comportamentos e preocupações dos usuários

4

Os brasileiros lideram na criação de visuais por IA

Criar visuais por IA é altamente difundido no Brasil. Impressionantes 59% dos entrevistados brasileiros relatam ter criado imagens ou vídeos gerados por IA (26% várias vezes, 33% raramente). Isso torna os brasileiros significativamente mais ativos na geração por IA do que estadunidenses (49%) e britânicos (38%).

Além disso, enquanto os usuários masculinos geralmente têm mais probabilidade de criar visuais de IA em outros países, não há disparidade de gênero entre criadores de IA no Brasil. Apesar desse alto nível de experiência prática, interagir com ferramentas de IA oferece apenas uma vantagem limitada ao identificar conteúdo manipulado.

"A realidade para as empresas é que depender apenas de processos manuais de revisão ou autoavaliação do cliente introduz vulnerabilidades significativas, especialmente à medida que as ameaças se tornam mais sofisticadas. Enquanto a automação e a verificação conduzida por tecnologia devem ser o padrão para garantir escala, consistência e velocidade, o foco deve estar em integrar estrategicamente o julgamento humano somente em pontos críticos de decisão, em que profundidade, experiência e intuição melhoram os resultados."

Essa abordagem permite que as organizações automatizem a maioria das validações, preservando o envolvimento humano onde ele é mais impactante e comprovadamente eficiente.

No matter the type of fraud that’s deployed, the damage to revenue and reputation can be severe.

Ira Bondar-Mucci

Você já criou imagens ou vídeos com inteligência artificial?

26%

Brasil

11%

Reino Unido

18%

EUA

33%

Brasil

27%

Reino Unido

31%

EUA

41%

Brasil

62%

Reino Unido

51%

EUA

Sim, várias vezes

Sim, mas raramente

Não, nunca

5

As estratégias de detecção permanecem básicas e inconsistentes

Ao tentar identificar falsificações, os usuários brasileiros em grande parte dependem de pistas visuais, um pouco mais frequentemente do que usuários nos EUA e no Reino Unido. Os indicadores mais comuns citados por entrevistados brasileiros incluem:


  • Pele com aparência não natural (64%)
  • Movimento ou expressões não naturais em vídeos (63%)
  • Estranhezas na aparência, como cabelo, dentes ou olhos (57%)

Embora essas pistas possam ter sido úteis em estágios iniciais do desenvolvimento dos deepfakes, os avanços na IA as tornaram cada vez menos confiáveis. Deepfakes modernos são capazes de replicar esses detalhes com alta precisão, reduzindo a eficácia dessas estratégias.


Além disso, a pesquisa mostra que verificar conteúdo com mais frequência não melhora necessariamente a precisão, sugerindo que os usuários carecem de uma abordagem estruturada ou eficaz de verificação.

Pele com aparência não natural

64%

60%

53%

Brasil

Reino Unido

EUA

Detalhes estranhos ou incompatíveis de fundo

50%

48%

45%

Brasil

Reino Unido

EUA

Estranhezas na aparência, como cabelo, dentes ou olhos

57%

54%

52%

Brasil

Reino Unido

EUA

Iluminação ou sombras que não parecem corretas

49%

44%

43%

Brasil

Reino Unido

EUA

Vídeos: movimento ou expressões não naturais

63%

59%

51%

Brasil

Reino Unido

EUA

Sensação geral

34%

47%

36%

Brasil

Reino Unido

EUA

Não procuro nada específico

2%

5%

6%

Brasil

Reino Unido

EUA

6

Maior nível de preocupação e fortes dúvidas sobre as plataformas

Os brasileiros apresentam o maior nível de preocupação entre todos os países pesquisados quanto ao impacto real dos deepfakes. Independentemente da idade ou formação educacional, os principais medos no Brasil são:

79%

EUA

81%

Reino Unido

87%

Brasil

77%

EUA

75%

Reino Unido

81%

Brasil

75%

EUA

78%

Reino Unido

82%

Brasil

Fraudes pessoais/golpes (p.ex., se fazer passar por outra pessoa)

Erosão da confiança geral

Disseminação de desinformação política

Ao contrário dos Estados Unidos, onde os entrevistados mantêm confiança relativamente alta em serviços digitais, a maioria dos entrevistados no Brasil (e no Reino Unido) tem fortes dúvidas sobre a capacidade das redes sociais de identificar conteúdo gerado por IA.

Quando quase 9 em cada 10 brasileiros dizem estar preocupados com fraudes pessoais impulsionadas por deepfakes, isso não é um medo hipotético, mas o reflexo de uma ameaça que já está se materializando.

"Estamos vendo identidades sintéticas usadas para abrir contas fraudulentas e autorizar transações. Empresas online estão no centro do alvo porque são onde identidade, dinheiro e confiança convergem. Cada processo de onboarding, cada recuperação de conta, cada transação de alto valor passou a ser uma superfície potencial de ataque para fraudes geradas por IA.


O que torna isso especialmente urgente para o mercado brasileiro é a combinação de altíssima preocupação com a forte falta de confiança na capacidade das plataformas de gerenciar conteúdo gerado por IA. Para instituições financeiras e empresas de tecnologia, a resposta não é apenas tranquilizar os clientes, e sim conquistar essa confiança por meio de ações. Isso significa implantar autenticação biométrica por IA para verificar pessoas reais em tempo real, detectar mídia sintética no ponto de interação, e fazer isso sem depender do cliente para identificar a falsificação."

A corrida armamentista dos deepfakes é um problema de IA e requer uma solução de IA.

No matter the type of fraud that’s deployed, the damage to revenue and reputation can be severe.

Ira Bondar-Mucci

Seus usuários confiam em sua plataforma? Identifique ameaças, bloqueie maus atores e proteja menores.

A futuristic white architectural walkway with strong geometric shadows stretching across the ground.

Conclusão

O caminho a seguir

Deepfakes estão melhorando

Na era da IA generativa, a verdade mais desconfortável que esta pesquisa revela não é que os deepfakes estão melhorando, e sim que a detecção humana nunca foi a única defesa. Os consumidores brasileiros apresentam um perfil único:

São os mais expostos a deepfakes online

Os mais engajados na criação de conteúdo por IA

Os mais preocupados com seus impactos fraudulentos

Ainda assim, sua precisão real na detecção está próxima do acaso; e, o mais perigoso, sua alta confiança não se traduz em melhor detecção

A defesa mais eficaz é aquela que mantém humanos na cadeia, empoderados por sistemas de IA que detectam o que o olho não pode.

Mas a resposta não é remover os humanos da equação; é parar de pedir que eles travem esta batalha desarmados. A conscientização ainda importa: ela dá às pessoas o instinto de questionar ao invés de confiar por padrão. O que deve mudar é a expectativa de que apenas a conscientização seja suficiente. A defesa mais eficaz é aquela que mantém humanos na cadeia, empoderados por sistemas de IA que detectam o que o olho não pode, sinalizam o que a intuição perde e verificam a identidade em um nível de precisão que nenhum indivíduo consegue sozinho. Em última análise, manter a confiança nas interações digitais dependerá da construção de sistemas que reconheçam uma nova realidade: ver não é mais crer.


A corrida armamentista dos deepfakes é um problema de IA. Requer uma solução de IA, que funcione junto com as pessoas, e não em substituição a elas. As empresas que desenvolverem hoje essa parceria entre supervisão humana e verificação automatizada serão as que conquistarão e manterão a confiança de seus clientes amanhã.

A lacuna entre o que as pessoas acreditam que podem detectar e o que realmente podem não é um problema de conhecimento que campanhas de conscientização sozinhas resolvam.

É uma vulnerabilidade estrutural em qualquer sistema que coloca o ônus da verificação exclusivamente sobre o olhar humano.


Para empresas que operam no mercado brasileiro, as implicações são imediatas e substanciais. Perdas por fraude ligadas a identidades sintéticas já representam bilhões de dólares anualmente, e as ferramentas para criar falsificações convincentes estão agora acessíveis a qualquer pessoa com um navegador. Enquanto isso, os cerca de 7% de usuários que combinam baixa habilidade de detecção com alta confiança e baixos hábitos de verificação representam um alvo sempre presente que atores maliciosos continuarão a explorar.

Visão geral da metodologia

A pesquisa foi conduzida pela Kantar em fevereiro de 2026 usando um painel de acesso online.

Amostra total: 3.000 entrevistados

  • Brasil: 1.000
  • Reino Unido: 1.000
  • Estados Unidos: 1.000

Os participantes tinham entre 18 e 64 anos, com cotas aplicadas para garantir amostras representativas nacionais em cada país, com base em idade, gênero e região. A pesquisa levou aproximadamente 9 minutos para ser concluída e incluiu perguntas demográficas e tarefas de avaliação prática.

Foi pedido aos entrevistados que avaliassem 16 visuais:

  • 8 reais
  • 8 gerados ou manipulados por IA

Esses incluíam:

  • Imagens totalmente geradas por IA
  • Vídeos gerados por IA
  • Conteúdo de troca de rosto

Para reduzir o viés, todos os visuais foram apresentados em ordem aleatória. Os participantes completaram avaliações individuais e comparações diretas entre conteúdo real e falso. A precisão na detecção foi calculada usando um índice de pontuação que compara o desempenho em relação a uma linha de base definida como nível do acaso.

Sobre a Veriff

A Veriff é uma plataforma global de identidade nativa de IA que ajuda as organizações a construir confiança online. Empresas líderes em serviços financeiros, mercados, mobilidade, gig economy e outros setores digitais contam com a tecnologia da Veriff para permanecerem em conformidade, prevenir fraudes, proteger usuários e escalar globalmente.

A infraestrutura confiável da Veriff oferece suporte a toda a jornada do cliente, desde a verificação até a autenticação contínua e prevenção de fraudes, com o mínimo de atrito para pessoas honestas. Construído para escala global, o Veriff ajuda as empresas a expandirem-se além-fronteiras sem a complexidade de gerenciar verificação de identidade, conformidade e fraude em vários mercados – criando uma única fonte de verdade para identidades confiáveis.

Aprovado por mais de 4.000 empresas

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